Moi, j'y crois.
Même quand personne est la, j'y crois.
23.3.10
7.2.10
Expressar.
Dizem tanto sobre ele. E eu estou curiosa, porque não sei se sei como realmente é. Tenho a certeza de conhecer partes dele, mas há uma em particular, em que a dúvida vem passear, dançar na minha mente. Existe mesmo, mas é de curta ou longa duração? Será só um fantasma dos nossos sentimentos? O que é afinal o amor?
Para vocês que vêm aqui e leem estas palavras de uma pessoa normal, ou pouco normal, é igual, escrevam, transmitam o que quer que seja para poderem responder a uma simples e tão batalhada pergunta. De forma séria, não precisam sequer de mostrar a vossa identidade portanto estejam à vontade, ninguém irá criticar e se criticar tanto melhor ^^
Para vocês que vêm aqui e leem estas palavras de uma pessoa normal, ou pouco normal, é igual, escrevam, transmitam o que quer que seja para poderem responder a uma simples e tão batalhada pergunta. De forma séria, não precisam sequer de mostrar a vossa identidade portanto estejam à vontade, ninguém irá criticar e se criticar tanto melhor ^^
31.1.10
Lágrimas?
Porque é que eu me sinto tão mal?
Será isto um sinal?
Então deveria ser de STOP, vermelho e octagonal!
Se tens realmente olhos de ver e olhar, pára!
Não percebes que estás a ferir uma pessoa rara?
Porque me fazes sofrer e chorar?
Porque raio, me estás tu sempre a magoar?
Descem, salgadas e quentes, pela face, elas...
Descem, desfilando como se fossem as mais belas
Elas...
São utilizadas, mal por vezes
Porém continuam, não atenuam
E quando elas não descem?
Sinto-me mal, elas cá permanecem.
Quando eu o ouço
Aguento-as, empato-as
Não por muito tempo
Então elas caem, como uma rajada de vento.
Pergunta, vá lá...
E o sentimento mau que sentes aí dentro, foi embora?
Se estou a brincar? Se isto não passa dum monte de palavras ordenadas sem sentido?
O que quero dizer com tudo isto?
Não é o que estão a pensar, tenho bem a certeza
Escrevo tudo com coração e com grande franqueza
Elas realmente vêm e vão, mas com muita tristeza
São chocantes, porque não são como as de antes
São fortes e emotivas, pequenas e cativas.
Ele agora é a grande razão
Mas a maior está comigo
Tudo isto tem um senão
Porque não sei se consigo...
...Aguentar
Que palavra tão normal, mas tão pesada
Tão repetida nesta pequena longa cruzada
Se te estou a baralhar
É porque não me estás a acompanhar
Mas a escrita é mesmo assim
Não depende só de mim!...
("Por trás do espelho quem está?
De olhos fixos nos meus?")
Será isto um sinal?
Então deveria ser de STOP, vermelho e octagonal!
Se tens realmente olhos de ver e olhar, pára!
Não percebes que estás a ferir uma pessoa rara?
Porque me fazes sofrer e chorar?
Porque raio, me estás tu sempre a magoar?
Descem, salgadas e quentes, pela face, elas...
Descem, desfilando como se fossem as mais belas
Elas...
São utilizadas, mal por vezes
Porém continuam, não atenuam
E quando elas não descem?
Sinto-me mal, elas cá permanecem.
Quando eu o ouço
Aguento-as, empato-as
Não por muito tempo
Então elas caem, como uma rajada de vento.
Pergunta, vá lá...
E o sentimento mau que sentes aí dentro, foi embora?
Se estou a brincar? Se isto não passa dum monte de palavras ordenadas sem sentido?
O que quero dizer com tudo isto?
Não é o que estão a pensar, tenho bem a certeza
Escrevo tudo com coração e com grande franqueza
Elas realmente vêm e vão, mas com muita tristeza
São chocantes, porque não são como as de antes
São fortes e emotivas, pequenas e cativas.
Ele agora é a grande razão
Mas a maior está comigo
Tudo isto tem um senão
Porque não sei se consigo...
...Aguentar
Que palavra tão normal, mas tão pesada
Tão repetida nesta pequena longa cruzada
Se te estou a baralhar
É porque não me estás a acompanhar
Mas a escrita é mesmo assim
Não depende só de mim!...
("Por trás do espelho quem está?
De olhos fixos nos meus?")
21.1.10
Morri
Morri.
Estou fria por dentro e por fora,
Morri.
Já não há, para mim, o aqui e agora
Faleci.
Começa o corpo a decompor
Afastem-se todos, fazem-me o favor
"Olha que era tão boa pessoa aquela menina"
Eufemismos, metáforas, hipérboles,
Invadem tudo ao redor desta "decadente"
"Mas já foi, infelizmente"
Infelizmente? Será mesmo que existe?
Que alta é a percentagem da maldade das pessoas
Já do tempo que lá vai
E persiste.
Morri.
E se eu realmente morresse agora?
Deita tudo cá para fora,
Faz de conta que morri.
Não me ponhas flores na campa
Continua a tua vida e sorri.
Porque eu faleci
Fui. Para sempre.
Incomensuravelmente.
Estou fria por dentro e por fora,
Morri.
Já não há, para mim, o aqui e agora
Faleci.
Começa o corpo a decompor
Afastem-se todos, fazem-me o favor
"Olha que era tão boa pessoa aquela menina"
Eufemismos, metáforas, hipérboles,
Invadem tudo ao redor desta "decadente"
"Mas já foi, infelizmente"
Infelizmente? Será mesmo que existe?
Que alta é a percentagem da maldade das pessoas
Já do tempo que lá vai
E persiste.
Morri.
E se eu realmente morresse agora?
Deita tudo cá para fora,
Faz de conta que morri.
Não me ponhas flores na campa
Continua a tua vida e sorri.
Porque eu faleci
Fui. Para sempre.
Incomensuravelmente.
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