As vezes gostava de ser como a lua:
esplendida que se esconde quando chove..
Ninguém mais a vê aí..
E quando volta continua o que sempre foi.
Depois tem várias maneiras de demonstrar a sua beleza.
E tanta gente a contempla.
Mas ninguém a percebe, ninguém sabe como ela é mesmo.
Só que ela é unica, verdadeira, real.
Transmite emoção.
Mas não tem sentimentos.
É cheia, de luz. De mistério.
Faz querer tocar, lá chegar.
Mas não ir.
Apenas contemplar.
Por vezes vejo-lhe um olhar triste.
Ou imagino-o.
Não a conheço.
Mas causa-me fascínio.
É perfeita na sua imperfeição.
É traduzida como inexplicação.
Simples e verídico. Gosto!
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